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CFF disponibiliza aplicativo para consulta de medicamentos

Enfim, uma novidade que realmente vale a pena divulgar: o CFF em parceria com Truven Health Analytics, multinacional detentora do sistema de apoio à decisão clínica Micromedexcom, disponibilizará informações seguras e confiáveis aos farmacêuticos, e de forma gratuita, por meio de aplicativo para consulta de medicamentos.

Em novembro de 2016, durante Reunião Plenária Ordinária do Conselho Federal de Farmácia (CFF) realizada em Belém (PA), foi aprovada parceria do conselho com a Truven Health Analytics.

Com os esforços do CFF e Conselhos Regionais de Farmácia, a partir do mês de janeiro, no qual comemora-se o Dia do Farmacêutico, todos os farmacêuticos que se cadastrarem terão acesso ao aplicativo para consulta de medicamentos com informações resumidas baseadas em evidência sobre os produtos de interesse. Dentre as consultas e pesquisas possíveis, podem ser checadas as seguintes informações:

  • Doses
  • Ajustes
  • Reações adversas
  • Usos
  • Farmacocinética
  • Interações medicamentosas
  • Entre outras informações

O acesso é assegurado por meio dos aplicativos do Micromedex para celular e tablet. No entanto, é necessário um cadastro prévio do profissional farmacêutico por meio do site do CFF.

Para se cadastrar clique aqui.

Nota do CFF sobre o aplicativo para consulta de medicamentos

“Por meio de suas resoluções, o conselho tem possibilitado com que o farmacêutico avance na consolidação de sua função como profissional de saúde, imprescindível para garantir as melhores práticas em saúde, o uso racional dos medicamentos e a segurança do paciente. Mas tem também procurado viabilizar as ferramentas para ajudar o farmacêutico na sua prática clínica—seja em uma farmácia, ambulatório ou hospital”, informa o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, em referência à nova ferramenta e também ao Profar – Programa de Suporte ao Cuidado Farmacêutico na Atenção à Saúde, e ao curso EAD sobre prescrição farmacêutica em problemas de saúde autolimitados.

(Para se inscrever no curso EAD, clique aqui).

O coordenador técnico-científico do CFF, Josél Luis Miranda Maldonado, responsável por operacionalizar a construção da parceria, explica que basta ao interessado fazer o cadastro. “O profissional cadastrado recebe, em seu e-mail, as instruções para ter o aplicativo em seu celular ou tablet!” Ele lembra que os

cadastros estão abertos por tempo limitado, até 28 de fevereiro.

FONTE

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Roche é autorizado a testar método de diagnóstico da zika

Apesar de ainda não estar homologado, a FDA aprovou o teste, chamado LightMix Zika, com o argumento de que esta é uma situação de emergência

O laboratório farmacêutico suíço Roche recebeu autorização da Food and Drug Administration (FDA, a Agência Americana de Alimentos e Medicamentos) para testar um método de diagnóstico da zika.

Apesar de ainda não estar homologado, a FDA aprovou o teste, chamado LightMix Zika, com o argumento de que esta é uma situação de emergência, informou a Roche em um comunicado.

“O LightMix Zika é um teste molecular que permite aos profissionais de saúde detectar rapidamente o vírus” disse Uwe Oberlaender, diretora da Roche Molecular Diagnostics.

O vírus da Zika é considerado responsável pelo aumento de casos de microcefalia, uma má-formação dos recém-nascidos grave e irreversível, sobretudo na América Latina, e também se acredita que provoca doenças neurológicas em adultos como a síndrome de Guillain-Barré.

O mosquito Aedes aegypti é considerado o principal vetor da transmissão do vírus.

Roche, líder mundial da oncologia, é um dos grandes laboratórios do mundo a desenvolver testes de diagnóstico da zika.

FONTE.

Pacientes sofrem com falta de medicamentos em Minas Gerais

Remédios para convulsão e arritmia, por exemplo, não são encontrados.
Governo de MG diz que há problemas com fornecedores.

Pacientes de Minas Gerais que dependem do sistema público de saúde não encontram remédios para convulsão, hepatite b, arritmia e várias outras doenças.

Nem com a determinação da Justiça os remédios pra osteoporose da mulher do radialista Edson Machado estão sendo entregues. Já são quatro meses de espera. “Uma decisão judicial não está sendo cumprida pelo próprio estado”, disse.

A dona de casa Maria das Dores de Abreu foi até a Secretaria de Estado de Saúde reclamar da falta dos comprimidos para arritmia. “Eu chego lá, ‘dá’ um papelzinho e entrega na Secretaria de Saúde. A gente vai lá e entrega, mas não resolve nada”, contou.

Em uma farmácia do estado, responsável pela distribuição de remédios para pacientes de 39 cidades que têm doenças específicas ou raras, alguns medicamentos também estão em falta.

A cabeleireira Caroline Ricardo Ferreira foi até o local, mas não conseguiu o remédio para convulsão do filho. “É difícil, não é a primeira vez que eu passo por isso não”.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde informou que tem se reunido constantemente com fornecedores de medicamentos para tentar resolver o problema. Atualmente, segundo o órgão, 64 empresas estão com processos punitivos já apurados ou em apuração, seja por atraso na entrega de componentes ou pela venda de medicamentos com preços acima do valor máximo. Ainda de acordo com o governo, o estado passa por dificuldades financeiras, mas está empenhado em buscar soluções para os problemas que enfrenta.

Veja a lista de medicamentos que estão em falta e a posição do governo em relação a eles:

Topiramato 50 mg
A escassez de recursos financeiros disponíveis à SES-MG tem impactado no processo de pagamento aos fornecedores, os quais não efetivam a entrega dos itens até que o pagamento seja regularizado. Tal fato culmina no desabastecimento de alguns medicamentos, dentre eles o referido medicamento.

Como já explicado, a SES-MG está em constante negociação com os fornecedores para que a situação seja regularizada o mais breve possível. Tão logo o item seja entregue em nosso almoxarifado, autorizaremos a distribuição a todas regionais de saúde do Estado.

Lamotrigina
O item Lamotrigina 100mg encontra-se desabastecido por atraso na entrega pelos fornecedores. Já as dosagens de Lamotrigina 25mg e 50 mg encontram-se disponíveis. Para que o usuário possa retirar o medicamento nessas dosagens, é necessário que o médico prescritor avalie a possibilidade de mudança, devendo apresentar na Farmácia Regional receita médica e laudo para solicitação, avaliação e autorização de medicamentos (LME) atualizados.

Alendronato 70 mg
O medicamento pertence ao componente básico e a disponibilidade deve ser verificada junto ao município.

Como há casos em que o medicamento é requisitado por via judicial, informamos que o processo de aquisição do mesmo está em andamento, aguardando os trâmites para emissão de autorização de fornecimento.

Ciprofibrato de cálcio
Não há registro de falta. O medicamento encontra-se disponível para dispensação.

Como há casos em que o medicamento é requisitado por via judicial, informamos que o processo de aquisição do mesmo está em andamento. A autorização de fornecimento foi emitida em setembro de 2016 e o mesmo ainda não foi entregue pelo fornecedor. As medidas administrativas para o recebimento do produto estão sendo tomadas com cobranças extra-judiciais, por hora.

Propafenona 300 mg
O medicamento não é padronizado pelo SUS-MG. Logo, sua aquisição deve se dar por via judicial. Atualmente, o processo envolvendo o medicamento está em fase de elaboração de edital para compra.

Pegasys 180 mg
Não há registro de falta do item no Estado. Na farmácia Regional de Belo Horizonte, o medicamento passou por uma falta pontual, nos últimos dias, e a previsão é que até o início da próxima semana o estoque esteja regular.

Ambrisentana 10 mg
Não há registro de falta. O medicamento encontra-se disponível para dispensação.

FONTE: G1

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Anvisa define regras para venda de medicamento à base de canabidiol

Laboratórios poderão registrar produtos com concentração de, no máximo, 30 mg de tetrahidrocannabinol ou canabidiol por mililitro.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) incluiu derivados da canabidiol na lista de substâncias psicotrópicas vendidas no Brasil com receita do tipo A, específica para entorpecentes. A decisão deve ser publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias.

A norma permite que empresas registrem no Brasil produtos com canabidiol e tetrahidrocannabinol como princípio ativo, passo necessário para a venda de remédios.

A medida faz parte da atualização da portaria nº 344/98, que traz a lista das plantas e substâncias sob controle especial no Brasil, incluindo as de uso proibido.

A norma estabelece também que laboratórios registrem os derivados em concentração de, no máximo, 30 mg de tetrahidrocannabinol (THC) por mililitro e 30 mg de canabidiol por mililitro. Os produtos que tiverem concentração maior do que a estabelecida continuam proibidos no País.

“Atualizamos a portaria exatamente para que, se o registro for concedido, os médicos saibam como esse medicamento será prescrito”, diz o diretor-presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa. “Assim, o medicamento será prescrito da mesma forma que outros medicamentos psicotrópicos já em uso no Brasil. Ou seja, terá a tarja preta e só poderá ser vendido com prescrição médica especial, que é aquele formulário que o médico tem, numerado. Quando vendido, a farmácia terá a obrigação de registrá-lo no Sistema Nacional de Controle de Medicamentos, que é gerenciado pela Anvisa, para que possamos monitorar se há está havendo algum desvio ou abuso na sua prescrição”, concluiu.

De acordo com a Anvisa, a medida foi motivada pela fase final do processo de registro do medicamento Mevatyl®. O produto é obtido da planta Cannabis sativa L. e, portanto, possui canabidiol e tetrahidrocannabinol na composição.

O medicamento será indicado para tratamento de sintomas de pacientes adultos com espasticidade moderada a grave devido à esclerose múltipla.

Importação

A Anvisa também publicará uma nova Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) acrescentando no Anexo I da RDC 17/2015 mais produtos à base de Canabidiol em associação com outros canabinóides. A importação desses produtos pode ser realizada por pacientes com prescrição médica que indique essa opção de tratamento, mediante avaliação e aprovação prévia da Anvisa, caso a caso.

A norma acrescenta sete produtos à base de Canabidiol, em associação com outros canabinóides, mais comumente solicitados à Agência, para importação excepcional por pessoa física. Dessa forma, o procedimento de avaliação e liberação se tornará mais ágil.

Na relação abaixo consta a lista atualizada dos 11 (onze) produtos à base de canabinóides que passarão a constar do Anexo I da RDC 17/2015, após publicação em DOU.

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FONTE: Portal Brasil